Fundação Getúlio Vargas estuda relacionamento China/Brasil

07-03-2019

O desenvolvimento de estudos e análises sobre a China e a sua relação com o Brasil está na base de um acordo de cooperação científica e acadêmica entre o Núcleo de Estudos Brasil-China da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas e o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

O acordo centra-se no estudo das questões jurídicas da China e da relação Brasil-China, compreendendo a dimensão das empresas e das instituições estatais e do partido.

“Esta parceria nasce a partir da compreensão da relevância que as questões jurídicas passaram a ter na relação sino-brasileira dado o volume de negócios entre os dois países e, também, em razão da evolução do Estado de Direito na China assumida pelo governo chinês como política primordial para o desenvolvimento econômico do país”, explica o professor Evandro Menezes de Carvalho, coordenador do Núcleo de Estudos Brasil-China.

A parceria entre a Fundação Getúlio Vargas e o Conselho Empresarial Brasil-China visa, entre outras atividades, a organização de grupos de trabalho para análise das controvérsias jurídicas decorrentes das relações Brasil-China e o estudo do sistema jurídico e da cultura jurídica chinesa, além da publicação de livros, artigos ou relatórios conjuntos, bem como a realização de seminários ou palestras.

O CEBC, fundado em 2004, é uma instituição bilateral sem fins lucrativos formada por duas seções independentes, uma no Brasil e outra na China, dedicada à promoção do diálogo entre empresas dos dois países. Em 2015, o Conselho foi reconhecido oficialmente no Plano de Ação Conjunta assinado pelos países como principal interlocutor dos governos de Brasil e China na promoção das relações empresariais.

Fonte: FGV e CEBC